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Iniciativa reúne Sebrae-RN, UFRN, UERN e instituições parceiras para aproximar ciência e mercado e fortalecer o ecossistema de inovação de base tecnológica do estado



Em um encontro que simbolizou a aproximação entre o conhecimento científico e o empreendedorismo, foi lançado, na manhã desta quinta-feira (16), o Conexão Pesquisa & Mercado – Programa de Desenvolvimento de Deep Techs RN. Estruturada para apoiar pesquisadores potiguares no desenvolvimento de competências em empreendedorismo, inovação e comercialização de tecnologias, a iniciativa inicia em julho de 2026 e seguirá até janeiro de 2028.


Entre os resultados esperados estão a capacitação de 200 agentes de inovação e pesquisadores, a validação de 20 modelos de negócio, o desenvolvimento de 10 projetos aptos para as próximas fases da iniciativa, além da aceleração e do direcionamento estratégico de 10 deep techs (startups ou empresas que desenvolvem soluções baseadas em pesquisas científicas e tecnologias avançadas) por ciclo. O programa também prevê suporte à entrada no mercado de 10 startups e a conexão dessas empresas com grandes organizações para geração de oportunidades de negócios.


A jornada do programa começa com uma etapa de capacitação voltada à preparação dos participantes para o mercado, seguida pela fase de aceleração, em que especialistas apoiam a modelagem dos negócios. Na etapa final, os pesquisadores são conectados a empresas parceiras e potenciais clientes. Voltado a pesquisadores, mestres e doutores, o programa busca aproximar ciência e mercado, estimulando a criação de negócios de base tecnológica a partir do conhecimento científico.


Durante o lançamento, o superintendente do Sebrae-RN, Zeca Melo, destacou que a iniciativa reforça o compromisso da instituição em aproximar a produção científica das demandas do mercado e contribuir para o desenvolvimento econômico do estado.


“Nosso foco é movimentar a economia também a partir da geração de conhecimento e ciência. Queremos que essas pesquisas ajudem a solucionar problemas da sociedade. Precisamos aproximar ainda mais a academia dos negócios do Estado”, afirmou.


Zeca Melo também ressaltou a parceria permanente do Sebrae-RN com instituições de ensino e pesquisa. Como exemplos, citou a criação do Hub do Leite, em parceria com a Escola Agrícola de Jundiaí/UFRN, as ações desenvolvidas com o Instituto Metrópole Digital (IMD) e a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), além do apoio às incubadoras de empresas instaladas em diversas universidades potiguares.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou nesta quinta-feira (28) o início do processo de aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, após o governo de Donald Trump impor tarifas extras de 50% sobre produtos brasileiros, em vigor desde 6 de agosto.


Sancionada por Lula em abril, a Lei da Reciprocidade autoriza o país a adotar medidas proporcionais ao impacto econômico causado por práticas comerciais consideradas injustas. Entre as contramedidas possíveis estão:


*tarifas adicionais sobre importações;


*restrições comerciais e de investimentos;


*suspensão de concessões;


*medidas envolvendo direitos de propriedade intelectual.


A legislação é comparada à Seção 301 dos EUA, que permite à Casa Branca retaliar países por barreiras ou subsídios. O processo brasileiro pode durar até 210 dias, mas o governo já admite a possibilidade de acelerar prazos.


Brasil também recorre à OMC


Paralelamente, o Brasil acionou consultas formais na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as tarifas americanas. A Advocacia-Geral da União (AGU) ainda contratou um escritório de advocacia nos EUA para reforçar a defesa.


Segundo diplomatas, a estratégia é abrir espaço para negociação. “O objetivo é que Trump aceite discutir ajustes antes da aplicação das contramedidas”, afirmou uma fonte ao Estadão. Caso não haja acordo, o governo brasileiro diz que aplicará integralmente a lei.

 

Entidades que representam vários setores da indústria brasileira reagiram fortemente à medida determinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de aplicar uma sobretaxa de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil para aquele país.


Ficaram de fora produtos como café, suco de laranja, carne bovina, aeronaves, entre outros. A lista de produtos isentos chega a mais de 2 mil itens. Eles não são sobretaxados por terem muita importância dentro do mercado norte-americano e por não serem produzidos em larga escala pela indústria do país


A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgou comunicado no qual “lamenta com profunda preocupação a aplicação de uma sobretaxa às exportações de produtos brasileiros ao mercado norte-americano”.


“A decisão é especialmente prejudicial por se limitar de forma unilateral ao Brasil, o que reduz significativamente a competitividade do país perante concorrentes globais”, diz a Fiesp.


A entidade reafirmou também o “seu compromisso com a diplomacia empresarial e seguirá trabalhando de forma construtiva junto a parceiros nos EUA para que as tarifas sejam revertidas ou parcialmente mitigadas na ampliação da lista de isenções”.


CNI


Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), também criticou a aplicação de taxas contra o Brasil, determinada pelo governo dos EUA.


“Os efeitos do aumento de tarifas dos Estados Unidos estão sendo cada vez mais sentidos pela indústria brasileira: 20 dos 27 estados reduziram suas exportações ao mercado norte-americano no primeiro trimestre”, afirmou Alban.


“Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que o Brasil e Estados Unidos construíram”, acrescentou.



 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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