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Possível sobretaxa de até 37,5% pode afetar setores como fruticultura, pesca e indústria salineira potiguar



A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem as tarifas sobre produtos brasileiros acendeu um alerta entre os setores exportadores do Rio Grande do Norte. Caso o governo de Donald Trump confirme a adoção simultânea de uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros e de outra de 12,5% relacionada à investigação sobre trabalho forçado, determinados bens poderão passar a enfrentar uma tributação acumulada de 37,5% para entrar no mercado americano. Segundo projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida atingiria 4.187 produtos brasileiros, correspondentes a US$ 14,9 bilhões em exportações. A decisão final do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) é esperada para 15 de julho.


No Rio Grande do Norte, a preocupação é concentrada em segmentos fortemente voltados ao comércio exterior. A fruticultura irrigada, com destaque para melão, melancia, manga e mamão; a pesca, especialmente de atum, lagosta e outros pescados; além da indústria salineira e de produtos alimentícios figuram entre os setores que mantêm relações comerciais com compradores norte-americanos e podem enfrentar perda de competitividade caso os custos de importação aumentem. O Estado é um dos principais exportadores brasileiros de frutas frescas e pescado, atividades que dependem de mercados externos para manter parte relevante de sua produção.


Para o Rio Grande do Norte, o cenário adiciona um componente de incerteza em um momento de expansão das exportações. Além da consolidação da fruticultura irrigada e da pesca oceânica, o Estado busca ampliar sua pauta exportadora com novos mercados para sal marinho, produtos minerais e, mais recentemente, animais vivos, após a habilitação do Porto de Natal para esse tipo de operação. Embora parte desses segmentos tenha mercados diversificados na Europa, Oriente Médio e Ásia, os Estados Unidos permanecem como destino estratégico para diversas empresas exportadoras potiguares.


Agora RN

 

Considerando a metodologia que consolida o potencial de votos para as duas vagas em disputa, Styvenson Valentim permanece na liderança isolada, com 23,48% das intenções de voto. Em segundo lugar está Zenaide Maia, com 13,27%.


A disputa pela segunda vaga ao Senado está aberta entre os outros concorrentes. Coronel Hélio surge em terceiro, com 9,15%, seguido por Rafael Motta, que registra 8,14%. Samanda Alves soma 5,26%, enquanto Sandro Pimentel (PSOL) alcança 1%.


Também aparecem Luciana Lima (PSTU), com 0,44%, Rosália Fernandes (PSTU), com 0,26%, e Godeiro Linhares (DC), sem pontuação.


Os dados mostram ainda que 25,03% dos entrevistados permanecem indecisos na consolidação dos dois votos para o Senado, enquanto 13,94% afirmam não escolher nenhum dos candidatos apresentados.

 

O cenário político-eleitoral da mais recente sondagem de intenções de votos TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult indica que as eleições para governador do Rio Grande do Norte serão decididas em dois turnos. De acordo com a pesquisa estimulada, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) é o pré-candidato preferido dos eleitores, com 34,59%, mas não alcançaria o percentual mínimo de 50% mais 1 voto para vencer o pleito no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje, pois é ultrapassado no somatório dos outros pré-candidatos ao cargo, que chegam a 41,18%.


A pesquisa do Instituto Consult, que ouviu 1.700 eleitores entre os dias 3 e 5 deste mês, aponta o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL) na segunda colocação, com 29,0%, enquanto o candidado do PT, o ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, que tem apoio da governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT), aparece com apenas 11,24%.


Os outros dois pré-candidatos de partidos de esquerda ao governo estadual, Dario Barbosa (PSTU) e Roberio Paulino (PSOL), têm somente 0,47% das intenções de votos dos 2,66 milhões de eleitores do Rio Grande do Norte.


A pesquisa Consult ainda mostra que 14,94% do eleitorado responderam “não saber dizer” em quem votam, outros 9,24% afirmaram não votar em “nenhum” e 0,06% votaria em “outro” candidato.

 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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