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Levantamento da Nexus aponta que 8,7 milhões de pessoas nessa faixa etária estão ocupadas, mas a maioria não possui rede de proteção social ou carteira assinada



Uma em cada quatro pessoas com 60 anos ou mais está inserida no mercado de trabalho no Brasil. Os dados, apurados pela consultoria Nexus com base na PNAD Contínua do IBGE, indicam que a taxa de ocupação desse grupo atingiu 25% em 2025, o maior patamar registrado desde 2016.


O contingente de profissionais nessa faixa etária saltou de 5,7 milhões para 8,7 milhões em dez anos, o que representa um aumento de 53%. O ritmo de inserção laboral superou o crescimento demográfico do próprio grupo, que registrou alta de 37% no mesmo período.


Apesar da expansão numérica, 53% dos ocupados com 60 anos ou mais atuam na informalidade. O índice supera a média nacional de informalidade, que fechou o último ano em 38%. Esse grupo é composto por trabalhadores sem carteira assinada, autônomos, prestadores de “bicos” e consultores sem contrato formal.


A permanência na atividade econômica é atribuída ao aumento da longevidade e a fatores econômicos, como a necessidade de complementação de renda, o maior custo de vida e as transformações nas regras de aposentadoria. Segundo a Nexus, o prolongamento da vida laboral nem sempre ocorre em condições de estabilidade ou proteção social.


A taxa de desemprego para os trabalhadores acima de 60 anos recuou de 4%, em 2016, para 2% em 2025. O volume de desocupados nessa idade é de 218 mil pessoas, número 8,3 vezes menor do que o de jovens desempregados (1,8 milhão). No entanto, o levantamento aponta que o baixo desemprego entre idosos reflete a migração forçada para o mercado informal, uma vez que esse público não possui condições financeiras de permanecer sem remuneração.


O diagnóstico conclui que a qualidade dos vínculos e as garantias trabalhistas permanecem como os principais desafios estruturais para a ocupação dessa parcela da população. Enquanto o número de jovens trabalhando cresceu 8% na década, a ocupação dos profissionais 60+ registrou um salto seis vezes maior no mesmo intervalo.


NOVO Notícias

 

O desempenho da região superou os 17% de crescimento nacional.



O Nordeste se destaca no crescimento das exportações de carne bovina no País. No primeiro trimestre deste ano, os embarques cresceram 51,38% na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a março, foram embarcadas 9,4 mil toneladas. O desempenho da região superou os 17% de crescimento nacional. Nos três primeiros meses do ano, as exportações estimadas nacionais superaram 4,28 milhões de toneladas, representando 34,6% da produção nacional.


O abate no Nordeste também cresceu 2,96% em relação a 2025, refletindo a expansão de sistemas semi-intensivos e intensivos, ao maior uso de tecnologia e integração com regiões produtoras de grãos.


Os dados foram analisados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área do Banco do Nordeste (BNB), que indicou que o desempenho expressivo se dá em volume e faturamento, com ampliação do número de destinos e o forte avanço de estados como Pernambuco (+124%), Bahia (+65%), Maranhão (+30%), e Ceará (+42%), impulsionado pela habilitação de plantas frigoríficas e melhorias sanitárias.


De acordo com estudo recente do Etene, de autoria de Kamilla Ribas Soares, a cadeia da carne bovina no Brasil atravessa, desde 2025, uma fase de transição associada à reversão do ciclo pecuário, caracterizada pela retenção de fêmeas, redução gradual da oferta e valorização dos preços do boi gordo e da reposição.


A pesquisadora analisa que, no mercado externo, apesar do desempenho recente das exportações, o ambiente é desafiador, devido aos conflitos geopolíticos, instabilidades logísticas e à adoção de tarifas e cotas de importadores, reforçando a necessidade de diversificação de mercados e agregação de valor aos produtos.


Agência Gov


 

Equipe de Natal que atua no CCSL; campus Caicó também integra projeto



Um laboratório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) tem atuado em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura para modernizar e expandir a plataforma PesqBrasil, sistema responsável pela gestão do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) de pescadores profissionais em todo o país. A iniciativa busca tornar os processos de solicitação de licenças e distribuição do Seguro Defeso mais eficientes, acessíveis e transparentes.


O responsável pelas modernizações é o Centro de Competências em Soluções Livres (CCSL-IFRN), coordenado pelos professores Moisés Souto, do campus Natal-Central, e Max Silveira, do campus Caicó.


Embora a habilitação e o pagamento do Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal (seguro-defeso) sejam de competência de outros órgãos, o registro ativo e atualizado no RGP, mantido pelo Ministério da Pesca e Aquicultura por meio do sistema PesqBrasil, constitui pré-requisito legal do benefício. A melhoria no sistema PesqBrasil que concede o RGP, é a porta de entrada para que o pescador possa solicitar o benefício.


Atualmente, o Governo Federal destina cerca de R$ 6,57 bilhões para o pagamento do benefício a 1,39 milhão de pescadores habilitados em todo o Brasil, por meio do INSS. Para garantir que esses recursos cheguem de forma ágil e segura aos beneficiários, o PesqBrasil se torna uma ferramenta estratégica de gestão e controle.


 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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