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A Justiça do Rio Grande do Norte converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante do empresário Pedro Câmara Gurgel Gadelha, preso após ser acusado de agredir a esposac na região da Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta, na Grande Natal. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada no domingo (30).
Segundo informações apuradas pela reportagem da agência Saiba Mais confirmadas pela Polícia Civil, Pedro Gadelha possui ao menos quatro outras ocorrências vinculadas à violência doméstica, além do caso que resultou em sua prisão neste fim de semana. A informação reforça o histórico de registros envolvendo agressões contra mulheres atribuídos ao empresário.
Pedro Gadelha é empresário, estudante de gastronomia e herdeiro do grupo Armazém Pará, tradicional rede varejista que atuou no Rio Grande do Norte. Filho do empresário Marcantoni Gadelha, figura conhecida no setor empresarial potiguar, ele teve o nome projetado nas últimas semanas após a prisão por violência doméstica.
A decisão que manteve Pedro Gadelha preso foi assinada pelo juiz Ricardo Henrique de Farias. O Ministério Público defendeu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, medida acolhida pela Justiça sob o argumento de garantia da ordem pública. O mandado tem validade inicial de 90 dias, podendo ser renovado. A defesa deve recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça do RN.
O caso é investigado com base nos artigos 129, parágrafo 13º, e 140 do Código Penal, referentes aos crimes de lesão corporal em contexto de violência doméstica e injúria.
Agência SAIBA MAIS
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