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Às 17h (horário de Brasília) do dia da eleição, começa uma nova fase do processo eleitoral. O horário marca oficialmente o encerramento da votação, mas eleitores que ainda estiverem na fila nesse momento têm o direito de votar.


A seção eleitoral só fecha depois que todos os eleitores que receberam senha concluírem a votação. Após o último voto registrado, a urna eletrônica inicia os procedimentos de apuração e preparação dos dados que serão enviados à Justiça Eleitoral.


O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro e, caso haja necessidade de segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. Nas duas datas, as urnas funcionarão das 8h às 17h, seguindo o horário de Brasília.


Boletim de Urna registra resultado da seção


Após o encerramento da votação, a própria urna eletrônica apura os votos daquela seção e imprime o Boletim de Urna (BU).


O documento apresenta o resultado da seção eleitoral, com a quantidade de votos recebidos por cada candidatura e legenda, além do número de eleitores que compareceram.


A Justiça Eleitoral determina a impressão obrigatória de cinco vias do Boletim de Urna. Uma delas fica afixada na porta da sala onde ocorreu a votação, permitindo a consulta pública do resultado daquela seção.


Dados são enviados por mídia de resultado


Depois da impressão do BU, a mídia de resultado, dispositivo responsável por armazenar os dados da votação, é retirada da urna eletrônica e encaminhada às juntas eleitorais.


As informações são transmitidas aos sistemas da Justiça Eleitoral para a etapa de totalização dos votos.


A urna eletrônica não possui conexão com a internet ou qualquer outra rede de dados. Por isso, a transmissão ocorre por uma rede de comunicação utilizada exclusivamente para essa finalidade.


Em regiões de difícil acesso, a Justiça Eleitoral adota procedimentos específicos para garantir o envio seguro das informações.


A mídia de resultado contém uma versão digital do Boletim de Urna, com os votos destinados a cada candidatura e legenda, mas sem qualquer identificação do eleitor que realizou o voto.


O arquivo também registra informações como a seção eleitoral, a urna responsável pela emissão do BU e o número de pessoas que compareceram à votação.


Justiça Eleitoral verifica segurança dos arquivos

Antes da totalização, os sistemas da Justiça Eleitoral realizam verificações para confirmar a autenticidade e a integridade dos arquivos recebidos.


Uma das etapas é a conferência da assinatura digital, mecanismo que garante que o resultado foi gerado pela urna eletrônica cadastrada para aquela seção eleitoral.


Depois da validação, os resultados são incorporados ao sistema de totalização. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga o resultado consolidado e disponibiliza os dados de cada seção, permitindo a conferência das informações que formam o resultado final.


Passo a passo após o fim da votação


Após as 17h, o processo segue uma sequência definida:


Votação é encerrada;


Eleitores que receberam senha concluem o voto;


Urna apura os votos da seção;


Boletim de Urna é impresso;

dados são gravados na mídia de resultado;


Arquivo é transmitido aos sistemas da Justiça Eleitoral;


Informações passam por verificação de autenticidade;

resultados são incorporados à totalização.


O procedimento garante que cada voto registrado na urna eletrônica passe por etapas de segurança antes da divulgação oficial do resultado eleitoral.


 

Liminar aponta associação entre anúncio de serviços na zona rural e pedido de votos para Allyson Bezerra



O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) determinou que o prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, se abstenha de utilizar a estrutura da Prefeitura em benefício de candidatos nas eleições de 2026. A decisão liminar, assinada pelo desembargador eleitoral Lourinaldo Silvestre de Lima Filho neste sábado (26), aponta indícios de associação entre o anúncio de providências administrativas e pedidos de votos para o candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra (União).


A determinação foi tomada em representação apresentada pela coligação de Álvaro Dias (PL) contra Marcos Medeiros, Allyson Bezerra e o candidato a vice-governador Hermano Morais (MDB). O caso envolve uma reunião realizada em 20 de setembro na comunidade rural Puxa-Boi, em Mossoró, onde moradores apresentaram demandas relacionadas principalmente a atendimento de saúde e abastecimento de água.


O TRE determinou que o prefeito não utilize prédios, veículos, serviços e servidores públicos municipais em benefício de candidatos nas hipóteses proibidas pela legislação eleitoral. Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa diária de R$ 5 mil, contada a partir da intimação pessoal de Marcos Medeiros.


A decisão também determina que a organização e a prestação dos serviços de transporte para atendimento de saúde e das ações relacionadas ao abastecimento de água na comunidade sejam feitas de maneira administrativa e impessoal, sem vinculação a pedidos de votos ou exigências de apoio político.

 

Medidas anunciadas nesta segunda-feira incluem 241 ações de fiscalização e multas que já ultrapassam R$ 700 milhões para distribuidoras



O governo federal anunciou nesta segunda-feira (28) novas medidas para tentar conter os efeitos da alta dos preços dos combustíveis, em meio à valorização internacional do petróleo. Segundo o governo, a cotação do barril permanece acima de US$ 100, pressionada pelo prolongamento dos conflitos no Oriente Médio.


Entre as medidas está a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel. A decisão foi formalizada pelo Ministério da Fazenda por meio da Portaria nº 2.946/2026, publicada na sexta-feira (25). Com o fim da vigência da MP nº 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP nº 1.391.


Outra frente é a fiscalização do mercado. A Operação Carga Pesada, realizada entre os dias 21 e 25 de setembro com participação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e dos Procons, realizou 241 ações para verificar possíveis aumentos considerados injustificados nas margens de lucro.


Do total, foram 87 ações da ANP, 86 dos Procons, 12 da Senacon e outras 56 ações conjuntas entre os órgãos. A mobilização ocorreu após a ANP receber cerca de 330 denúncias relacionadas aos preços dos combustíveis. A Senacon também abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras.


Multas passam de R$ 700 milhões

A ANP também informou ter determinado multas que somam mais de R$ 700 milhões contra distribuidoras por elevação abusiva de preços. As penalidades resultam de fiscalizações realizadas anteriormente e de decisões de primeira instância administrativa. As empresas ainda podem recorrer.


Segundo o governo, os processos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs nº 1.340 e nº 1.349. Em alguns dos casos já julgados em primeira instância, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado mais de 1.350%.


As regras para punição também ficaram mais rígidas. A MP nº 1.393, publicada na sexta-feira, alterou o Código de Defesa do Consumidor e estabeleceu multas específicas para determinadas infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis.


Nos casos previstos pela nova regra, entre eles a elevação sem justa causa do preço dos produtos, as multas podem variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões.


O governo federal anunciou nesta segunda-feira (28) novas medidas para tentar conter os efeitos da alta dos preços dos combustíveis, em meio à valorização internacional do petróleo. Segundo o governo, a cotação do barril permanece acima de US$ 100, pressionada pelo prolongamento dos conflitos no Oriente Médio.


Entre as medidas está a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel. A decisão foi formalizada pelo Ministério da Fazenda por meio da Portaria nº 2.946/2026, publicada na sexta-feira (25). Com o fim da vigência da MP nº 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP nº 1.391.


Outra frente é a fiscalização do mercado.


A Operação Carga Pesada, realizada entre os dias 21 e 25 de setembro com participação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e dos Procons, realizou 241 ações para verificar possíveis aumentos considerados injustificados nas margens de lucro.


Do total, foram 87 ações da ANP, 86 dos Procons, 12 da Senacon e outras 56 ações conjuntas entre os órgãos. A mobilização ocorreu após a ANP receber cerca de 330 denúncias relacionadas aos preços dos combustíveis. A Senacon também abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras.


Multas passam de R$ 700 milhões


A ANP também informou ter determinado multas que somam mais de R$ 700 milhões contra distribuidoras por elevação abusiva de preços. As penalidades resultam de fiscalizações realizadas anteriormente e de decisões de primeira instância administrativa. As empresas ainda podem recorrer.


Segundo o governo, os processos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs nº 1.340 e nº 1.349. Em alguns dos casos já julgados em primeira instância, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado mais de 1.350%.


As regras para punição também ficaram mais rígidas. A MP nº 1.393, publicada na sexta-feira, alterou o Código de Defesa do Consumidor e estabeleceu multas específicas para determinadas infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis.


Nos casos previstos pela nova regra, entre eles a elevação sem justa causa do preço dos produtos, as multas podem variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões.


 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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