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Mais uma polêmica envolvendo a Secretaria Estadual de Saúde dessa vez envolvendo o SAMU e o risco de colapsar o serviço. Segundo comentários, a SESAP contratará para gerir o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência uma empresa que o único contrato de referência que tem é na pequena cidade de Princesa Isabel, na Paraíba, município com 21 mil habitantes, onde realiza apenas 4 plantões mensais, sempre aos sábados.

O SAMU do Estado do Rio Grande do Norte é altamente especializado e complexo. Envolve mais de 15 mil plantões distribuídos em 29 bases, abrangendo 91 municípios e atendendo mais de 1.700.000.


Além do componente de colapsar o SAMU do Estado, especialistas em Licitação já sinalizam que o processo poderá terminar com questionamentos judiciais devido a ausência de requisitos de seleção mais robustos. E ainda há outro agravante: a empresa supostamente vencedora não tem corpo clínico suficiente para o serviço.



 
  • comercialpautarn
  • há 6 horas

FRAGILIDADE

A situação do prefeito Allyson Bezerra fica cada vez mais complicada. As reações da classe política são as piores possíveis. Adversários apostam que o gestor mossoroense não será candidato. Aliados já não conseguem ocultar o temor que o pior aconteça com o menino do chapéu de couro.


VULNERÁVEL

O fato é que a candidatura de Allyson sai da condição de favoritismo para a incerteza. Ele sai da situação de quase governador do Estado para um quadro em que pode não ser candidato e ainda ter o mandato cassado ou coisa pior. São as voltas e reviravoltas da vida na política.


PL FAKE

Tem coisa que só acontece em Mossoró. A oposição colheu assinaturas para criação de uma CEI – Comissão Especial de Inquérito – para investigar detalhes da Operação Mederi, que apontou corrupção na gestão de Allyson Bezerra.


PL FAKE II

O requerimento não conseguiu o número mínimo de assinaturas. Um vereador do PL de Rogério Marinho e Bolsonaro, não assinou o requerimento para investigar Allyson. O parlamentar, conhecido como Mazinho do Saci, é da bancada do prefeito. Deve ser do PL Fake.


CHAPA

A primeira chapa majoritária que vai disputar o pleito de outubro já está praticamente formada.


Álvaro Dias governador e Babá Pereira vice; para o Senado, a chapa traz Styvenson Valentim, como candidato à reeleição e Coronel Hélio como candidato na segunda vaga. Para completar de verdade, faltam os suplentes de Styvenson e Coronel Hélio . Dois para cada candidato.


ROMBO

A pré-campanha vai fornecendo discursos entre opositores que podem ou não se sustentar quando a campanha chegar de verdade. Um dos temas é a questão fiscal. O foco principal é o governo do Estado. Sem dúvidas, a gestão Fátima Bezerra não vem bem das pernas quando o assunto é rombo, dívidas e suas consequências. Mas será que é só Fátima?


ROMBO II

O Diário do RN traz uma reportagem em que aborda a questão fiscal sob responsabilidade dos três principais candidatos ao governo do RN: Álvaro Dias, ex-prefeito de Natal, Allyson Bezerra, prefeito de Mossoró e Cadu Xavier, o faz tudo nas finanças do governo.


ROMBO III

Álvaro Dias é o campeão em provocar buraco financeiro na gestão. Em segundo lugar vem Allyson Bezerra, que superou aumento de 100% em rombo nas finanças mossoroenses. Por fim, vem Cadu Xavier, o Xerife das combalidas finanças petistas. Ou seja: Esse é um tema que deverá ser evitado. Afinal, ninguém está em condições de apontar o dedo para o outro nesse tema. Como diz o ditado, não se fala em corda na casa de enforcado.


LULINHA

Injustificável a posição do PT no Congresso sobre a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha, filho do presidente Lula. Afinal, quem não deve, não deveria temer. O marido de Janja disse que se o filho estiver envolvido em falcatruas, terá que responder pelos seus atos. A reação da bancada do PT mostra outra coisa.


LULINHA II

Diferente de Bolsonaro, que interferiu na Polícia Federal para proteger os filhos supostamente envolvidos em crimes no Rio de Janeiro, Lula falou publicamente sobre a situação e não há sequer indícios que tenha tentado interferir nas investigações. Mas o comportamento da turma do PT no Parlamento desmancha o discurso seguro do presidente.


LULINHA III

A não interferência de Lula na PF pode ser comprovada através de um pedido de quebra de sigilos de Lulinha, feito pela própria Polícia Federal ao ministro André Mendonça. Algo inédito. E o Brasil segue sua normalidade democrática.



 


A sucessão estadual no Rio Grande do Norte para o pleito de outubro de 2026 desenha um cenário de alta voltagem política e jurídica. Com a recente definição dos principais grupos, o tabuleiro potiguar agora se divide entre a continuidade do projeto governista, a força emergente do interior e a reorganização da oposição na capital, tudo isso sob a sombra de investigações e processos que podem alterar o curso da disputa.


Atualmente, três nomes concentram as atenções e as estratégias das maiores forças políticas do Estado:

1) Alysson Bezerra (União Brasil), prefeito de Mossoró, consolidou-se como preferência pelo eleitorado. Impulsionado por uma gestão bem avaliada no segundo maior colégio eleitoral do RN, Alysson lidera as pesquisas de intenção de voto registradas até o momento, aparecendo com índices que variam entre 30% a 35%. Sua força reside na imagem de “gestor eficiente” que desfila fácil pelas redes sociais e na capacidade de atrair o eleitorado do interior.

2) Álvaro Dias (Republicanos), ex-prefeito de Natal que entrou definitivamente na disputa após uma reviravolta no campo da direita. O senador Rogério Marinho (PL), que aparecia tecnicamente empatado com Alysson nas pesquisas, anunciou sua desistência para coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Com isso, Álvaro assume o posto de principal nome do grupo oposicionista ligado ao bolsonarismo, herdando uma base sólida de apoio em todas as regiões, especialmente na região metropolitana. 3) Cadu Xavier, atualmente Secretário de Fazenda, é a aposta da governadora Fátima Bezerra para manter o Partido dos Trabalhadores no poder. Embora ainda enfrente o desafio do desconhecimento por parte de grandes fatias do eleitorado — o que reflete em números modestos nas pesquisas iniciais (geralmente abaixo dos 10%) —, ele conta com a robusta máquina estatal e o apoio de uma coalizão que governa o estado desde 2019, apesar do desgaste governamental da petista Fátima Bezerra.


Apesar do favoritismo numérico de alguns nomes, o cenário jurídico impõe nuvens cinzentas sobre duas das três principais candidaturas: A liderança de Alysson Bezerra enfrenta agora seu teste mais severo. A recente operação Mederi, da Polícia Federal, também conhecida como “A Matemática de Mossoró”, investiga supostos desvios em verbas da saúde pública. As suspeitas de irregularidades em contratos e pagamentos de propinas colocam o prefeito no centro de um furacão midiático. Analistas políticos sugerem que o desgaste da imagem de “menino pobre que venceu pelo trabalho” pode diluir sua preferência no eleitorado, especialmente se as investigações avançarem para medidas restritivas ou condenações em primeira instância.


No campo de Álvaro Dias, a ameaça vem da Justiça Eleitoral. O ex-prefeito responde a processos movidos pela Federação (PT, PV, PC do B) – apoiadora da candidatura derrotada de Natália Bonavides a prefeita de Natal, em 2024 – por suposto abuso de poder e irregularidades durante o período em que esteve à frente da capital. Especialistas no campo jurídico apontam que a situação de Álvaro é distinta da de outros aliados, como o prefeito Paulinho Freire, devido ao seu envolvimento direto nos atos questionados. Uma eventual condenação poderia torná-lo inelegível, forçando uma nova reestruturação da direita às vésperas do registro de candidaturas.


Neste contexto de instabilidade para os adversários, o nome de Cadu Xavier ganha um ativo estratégico relevante: a segurança jurídica. Sendo o único dos três principais nomes sem pendências judiciais ou investigações de órgãos federais em curso, Cadu apresenta-se como a “candidatura ficha limpa” do pleito.


Embora o desafio de crescer nas pesquisas seja real — dada a baixa popularidade atual comparada aos rivais —, o grupo governista aposta na estratégia de “sangria” dos oponentes pelas vias judiciais para equilibrar o jogo. A tese é que, enquanto Alysson e Álvaro se defendem nos tribunais, Cadu terá o caminho livre para apresentar as ações do governo estadual e se consolidar como uma opção segura para o eleitorado que teme novas crises políticas.


A eleição de 2026 no Rio Grande do Norte não será decidida apenas nos palanques, mas também nos autos processuais. O equilíbrio da trinca de candidatos depende, agora, da velocidade das decisões judiciais e da capacidade de resposta de cada grupo às crises de imagem.


Para Alysson Bezerra, o desafio é provar inocência antes que o capital político se evapore. Para Álvaro Dias, é vencer a barreira da inelegibilidade. E para Cadu Xavier, é converter sua estabilidade jurídica em votos reais, tentando quebrar a polarização que, por enquanto, o mantém em terceiro lugar



 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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