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Deputado estadual diz que pode concorrer ao Governo do RN em eleição indireta, mas mantém preferência pelo pré-candidato Cadu Xavier; cenário político segue em aberto até renúncia de Walter Alves



O deputado estadual Francisco do PT afirmou que está disposto a disputar o Governo do RN em uma eventual eleição indireta na Assembleia Legislativa, caso o partido o escolha como candidato. A possibilidade surge após a governadora Fátima Bezerra anunciar que disputará uma vaga no Senado nas eleições de outubro. O vice-governador Walter Alves já comunicou que pretende renunciar ao cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa, abrindo espaço para a sucessão estadual.


Apesar de abrir essa possibilidade, Francisco deixou claro que sua prioridade é a reeleição como deputado estadual. Segundo ele, a decisão de concorrer ao governo dependerá do interesse coletivo do partido e das necessidades do Rio Grande do Norte, segundo informações da 98 FM Natal.


“Eu trabalho com a tese de buscar a reeleição para deputado estadual, mas pertenço a um partido com compromisso coletivo. Estou à disposição para esse diálogo, e, se for necessário, posso assumir outro papel”, afirmou.


O deputado também reforçou seu apoio ao pré-candidato Cadu Xavier. Para ele, Cadu seria a melhor opção para disputar uma eventual eleição indireta e, futuramente, as eleições majoritárias. “Independente do cenário, meu compromisso é com a pré-candidatura do companheiro Cadu Xavier. Se houver eleição indireta, acredito que ele deveria ser o nome do partido”, declarou Francisco.


O PT segue avaliando o cenário com cautela. Nenhum posicionamento oficial será divulgado antes da renúncia formal de Walter Alves, e o partido defende o respeito à decisão do vice-governador, considerando-a livre e soberana. “Ninguém pode obrigar ninguém a nada. Ele é livre para tomar a decisão que achar mais conveniente”, concluiu o deputado.


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A novidade amplia a oferta voltada para a música popular na instituição; a implantação do curso ainda está em fase inicial



A Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN) confirmou a expansão de seu quadro de cursos técnicos com a inclusão de uma nova modalidade: o curso de acordeon. A escolha do instrumento foi definida em plenária pelo coletivo de professores no último mês de dezembro e a previsão é que a oferta seja concretizada nos próximos meses.


A implantação do curso de acordeon, também conhecido popularmente como sanfona ou gaita, ainda está em fase inicial. Entretanto, a iniciativa é celebrada pela instituição devido ao forte peso cultural e histórico do instrumento no Rio Grande do Norte e em toda a região Nordeste.


Para o diretor da EMUFRN, Zilmar Rodrigues de Souza, a criação da vaga representa um avanço estratégico para a unidade. “A vaga é um marco histórico na Escola de Música. Estamos, com esta iniciativa, ampliando o leque de oferta para instrumentos da música popular, um movimento que vem se consolidando nas universidades brasileiras”, destacou o gestor.


Zilmar reforça que o acordeon possui uma representatividade única para a cultura potiguar, estando presente tanto em grupos de cultura popular quanto em formações profissionais e na trajetória de grandes artistas do estado.


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O tabuleiro político do Rio Grande do Norte está prestes a presenciar um movimento que desafia a lógica da ascensão ao poder. Com a iminente renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT) para disputar o Senado, o caminho natural seria a posse de seu vice, Walter Alves (MDB). No entanto, o que se desenha nos bastidores não é a preparação para o governo, mas uma retirada estratégica que, sob um olhar mais atento, assemelha-se a uma capitulação.

Ao que tudo indica, Walter decidiu não assumir o governo em abril de 2026. A justificativa oficial repousa sobre o abismo financeiro do Estado: uma máquina administrativa asfixiada, com arrecadação incerta e o risco real de atrasos salariais. Mas, ao fugir da responsabilidade de gerir a crise, Walter Alves acaba por expor a penúria da gestão Fátima e, simultaneamente, assina um atestado de desprendimento que beira o apequenamento político.

A primeira consequência dessa decisão é o abandono da base. Ao optar por disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa em vez de comandar o Executivo, Walter deixa prefeitos, vereadores e lideranças do MDB órfãos de uma caneta forte no Centro Administrativo. Como explicar aos aliados que o líder do partido preferiu o conforto de uma candidatura segura no Legislativo ao desafio de liderar o Estado, mesmo em tempos de “vacas magras”? A mensagem é clara: o projeto pessoal de sobrevivência eleitoral sobrepôs-se ao projeto coletivo do partido.

Há também um cálculo de futuro que parece equivocado. Mesmo que Walter Alves conquiste uma votação expressiva para deputado estadual, ele retornará à Assembleia em uma posição de menor peso político. No xadrez partidário, quem não detém o comando do Executivo ou uma cadeira no Congresso Nacional acaba perdendo espaço. No médio prazo, Walter corre o risco real de ver o controle do MDB potiguar escorregar para as mãos de lideranças com maior projeção federal, como um deputado federal ou um senador.

Ao abdicar do cargo, Walter empurra o RN para um cenário de incertezas. Com a provável recusa também de Ezequiel Ferreira de Souza, o Estado será entregue ao Presidente do Tribunal de Justiça para a convocação de eleições indiretas. Enquanto o Rio Grande do Norte busca um gestor de “mandato tampão” para administrar o caos até dezembro de 2026, a biografia de Walter Alves ficará marcada pela imagem do herdeiro que recusou a coroa por medo do peso que ela carregava.

A decisão de Walter é, sem dúvida, um divisor de águas. Resta saber se ele conseguirá sobreviver politicamente após escancarar que não teve coragem — ou estrutura — para enfrentar a tempestade fiscal que o PT deixa como herança. Na política, espaço vazio se ocupa; e quem recua, raramente volta com a mesma força.

SILÊNCIO


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva deixou de atender, no período de janeiro de 2023 a dezembro de 2025, a 30.345 pedidos de informações feitas por cidadãos e cidadãs brasileiras, amparados pela Lei de Acesso à Informação.

PARTIDO VERDE


O presidente do Partido Verde (PV) no RN, sociólogo Rivaldo Fernandes vem engendrando fórmulas que possibilitam a esquerda a eleger 4 deputados federais, levando em consideração que Natália Bonavides (PT) e Fernando Mineiro (PT) serão os puxadores de votos.

FEDERAÇÃO


Para Rivaldo Fernandes, a Federação PT/PV/PC do B tem potencial para eleger a metade da bancada do Rio Grande do Norte na Câmara Federal, pois contará com candidatos com potencial eleitoral, a exemplo do ex-deputado federal ex-deputado federal Rafael Motta, além do deputado estadual dr. Bernardo e da vereadora natalense Thábata Pimenta.

DOBRA


A pretensão do presidente do PV estadual, Rivaldo Fernandes, em fazer com que a esquerda dobre o atual número de cadeiras na Câmara, uma vez que já consideram como certas as eleições de Natália Bonavides e Fernando Mineiro, ambos do PT.

GOVERNO


Apesar de até hoje não ter anunciado publicamente sua candidatura ao Governo do Estado, o prefeito Alysson Bezerra (União Brasil) segue liderando as pesquisas eleitorais já publicadas. Mas pessoas próximas ao prefeito mossoroense sintonizam que poderá haver uma desistência da candidatura.

GOVERNO 2


Quem tem ouvido conversas de gabinetes diz que a única forma de Alysson desistir de se candidatar a Governador é se algum dos vários processos de suspeita de corrupção prosperar. A favor de Alysson tem o fato de que 24 Notícias de Fato já foram arquivadas.

GOVERNO 3


Contra o prefeito de Mossoró, pretenso candidato ao Governo do Estado, existem 8 inquéritos em andamento, 8 Notícias de Fato também em andamento, referente ao ano passado e mais 8 Notícias de Fato já deste ano. Tem também 6 procedimentos preparatórios em andamento.


Notícia: Bosco Afonso








 

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Sobre o Pauta RN e seu autor Gerson Luiz

GERSON LUIZ atua na Imprensa Brasileira desde 1973. É Apresentador de Rádio e Tv, Repórter E Editor de Jornais e Revistas, com atuações reconhecidas em veículos de comunicação de Brasília, DF (Sistema RBS ); João Pessoa  PB, (Grupo Correio da Paraíba); João Pessoa, PB (Sistema Tabajara de Comunicação); João Pessoa, PB, (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa);  Bananeiras, PB (Grupo Integração do Brejo); Natal, RN, ( Sistema Tribuna de Comunicação, Rádio Cabugi, Jornal Tribuna do Norte e Rádio Difusora de Mossoró) ; Natal, RN,  (Rede Tropical De Comunicação, Rádio Tropical) ; Natal, RN (Jornal A República); Natal, RN, (Revista RN Econômico); Natal, RN, Grupo Carlos Lima (Jornal Cadernos do RN); Natal, RN, (Rádio Nordeste e Rádio Poty). Em Lisboa, Portugal, atuou como Assessor de Imprensa da VIDISCO Companhia de Discos. Atualmente,  retornando as raízes seridoenses, é Apresentador do programa jornalistico PAUTA RN, Rádio Sertaneja 95 FM, em Currais Novos e Edita a Revista SERIDÓ.

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