- comercialpautarn
- 31 de dez. de 2025

O reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), JOSÉ ARNÓBIO, alertou que, se não houver recomposição dos R$ 7 milhões cortados do orçamento da instituição pelo Congresso Nacional, “definitivamente a gente não consegue fechar o ano 2026”. Ele disse que tanto os institutos quanto as universidades federais “vão agonizar” se a situação não for revertida.
“Isso é real. A gente não consegue fechar o ano 2026 com um corte de R$ 7 milhões no orçamento. Muito possivelmente, se não houver uma reversão disso, teremos que fazer umas medidas mais drásticas”, declarou o reitor.
A perda orçamentária, segundo ele, resultará em cortes de aulas de campo dos estudantes, redução das políticas de assistência estudantil, diminuição de bolsas de pesquisa e de extensão e até na demissão se funcionários terceirizados.
O reitor classificou como “terrível” o que o Congresso Nacional fez ao cortar o orçamento das instituições federais de ensino: “Foi terrível. Eles não podiam fazer isso com a gente, com os institutos e as universidades federais”.
Os cortes orçamentários apenas nos Institutos Federais, segundo o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), promovidos pelo Congresso Nacional durante a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, chegam a cerca de R$ 300 milhões.
.png)

























