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CASA DOS VENTOS ANUNCIA DOIS NOVOS ACORDOS DE AUTO PRODUÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL

  • comercialpautarn
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Contratos firmados serão atendidos pelos projetos eólicos Umari e Serra do Tigre, ambos no Nordeste



A Casa dos Ventos, desenvolvedora de projetos de energia renovável, anunciou dois novos acordos de autoprodução de energia. Nessa modalidade, o consumidor passa a deter participação na usina responsável pelo fornecimento.


Um dos contratos prevê o fornecimento de 3,4 MW médios para a Orquídea Alimentos. A energia será proveniente do Parque Eólico Umari, empreendimento de 200 MW localizado no Rio Grande do Sul.


Com sede em Caxias do Sul (RS), a Orquídea Alimentos é uma das principais indústrias alimentícias do país, com atuação na produção de farinhas, massas, biscoitos e misturas para panificação.


A operação contou com o suporte da Ludfor Energia, responsável pela gestão de energia da companhia. A consultoria participou das análises de viabilidade técnica, regulatória e contratual que respaldaram a parceria. A Orquídea Alimentos também recebeu assessoria jurídica do escritório Goulart & Lamb.


Renovação com a Mosaic


A Casa dos Ventos também renovou o acordo de fornecimento de energia com a Mosaic, empresa que atua no segmento de fertilizantes. O novo contrato, de 25 MW médios, será atendido pelo Complexo Eólico Serra do Tigre, localizado entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba.


O acordo sucede o contrato firmado pelas empresas em 2022, quando a Mosaic adquiriu participação no Parque Eólico Umari por meio de uma operação de autoprodução que contemplava 30 MW médios.


“A relação com a Mosaic reforça nossa capacidade de desenvolver soluções estruturadas e competitivas para grandes consumidores de energia em diversos setores da economia, inclusive no agronegócio”, afirma Rene Abrantes, diretor Comercial da Casa dos Ventos, em nota à imprensa.


Segundo as empresas, a contratação deverá proporcionar à Mosaic uma economia estimada em aproximadamente R$ 330 milhões ao longo da vigência dos contratos, considerando suas unidades produtoras de fosfato.


As operações reforçam o avanço da autoprodução no Brasil como alternativa para grandes consumidores. O modelo permite combinar previsibilidade de custos e segurança no suprimento, além de ampliar o consumo de energia proveniente de fontes renováveis.


 
 
 

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