DESTAQUE: SENADO APROVA PROJETO DE ZENAIDE RECONHECENDO SUS COMO PATRIMÔNIO NACIONAL
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“Além de aspectos técnicos, dou meu testemunho pessoal como médica do serviço público, com mais de 30 anos de atuação ligada ao SUS”, comentou a parlamentar

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12), em decisão final na Comissão de Educação e Cultura, o projeto de lei (PL 663/ 2024) de autoria da senadora e candidata à reeleição Zenaide Maia (PSD-RN) que reconhece o Sistema Único de Saúde (SUS) como uma manifestação da cultura nacional, formalizando seu papel como parte do patrimônio cultural do Brasil.
“O SUS garante o acesso universal, integral, com equidade e participação social às ações e aos serviços de saúde, sendo totalmente financiado por impostos e contribuições da sociedade brasileira”, ressalta o site do Senado em matéria sobre o tema.
“Além de aspectos técnicos, dou meu testemunho pessoal como médica do serviço público, com mais de 30 anos de atuação ligada ao SUS. Trata-se de um serviço público de graça existente em todos os mais de 5 mil municípios brasileiros, com profissionais de saúde trabalhando na ponta para salvar vidas, cuidar da saúde, tratar e curar doenças, garantir prevenção, vacinação e qualidade de vida para todas e todos, sem exceção”, afirmou Zenaide ao portal do Legislativo.
De acordo com a senadora, médicos e demais profissionais de saúde da rede pública constituem um sistema tripartite (gerido em conjunto por União, Estados e municípios), enraizado na cultura dos bairros e comunidades de cada canto do país.
“No interior e nas grandes cidades, os agentes comunitários de saúde, por exemplo, são profissionais dedicados que se confundem com o dia a dia das famílias, que batem de casa em casa, que levam informação e prevenção, que marcam consultas e exames periodicamente para adultos, idosos, crianças. Portanto, o SUS é, sim, uma vivência coletiva da população brasileira. É uma expressão cultural que nos identifica como povo”, exemplificou Zenaide.
Como a proposta foi aprovada em decisão terminativa em comissão, não terá de passar por votação no Plenário do Senado (a não ser que seja apresentado recurso para isso) e poderá seguir diretamente à análise da Câmara dos Deputados.
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