top of page

ELEIÇÕES JOGO SUJO: CAMPANHA DE CADU REBATE ACUSAÇÕES DE ALLYSON BEZERRA

  • comercialpautarn
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Grupo político do candidato do PT afirma que Tribunal de Contas rejeitou cautelares e validou atos; aliados relembram investigação da PF contra prefeito de Mossoró



A coordenação de campanha do candidato ao Governo do Estado, Cadu de Lula (PT), rebateu a menção feita pelo adversário Allyson Bezerra (União) a uma representação administrativa do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) datada de 2021. Segundo o grupo político do petista, o candidato do União Brasil omitiu o fato de que a corte de contas rejeitou integralmente qualquer medida cautelar contra Cadu, reconhecendo a legalidade das ações do então gestor público.


Conforme os esclarecimentos apresentados, os conselheiros do TCE-RN entenderam que Cadu cumpriu a legislação vigente à época. O tribunal pontuou que a resolução questionada não instituiu aumentos salariais por decisão discricionária de secretários, mas limitou-se a aplicar critérios estabelecidos em lei anterior.


O relator do processo destacou não ter identificado atos potencialmente ofensivos à ordem legal ou risco de lesão aos cofres públicos, restando apenas pedidos de esclarecimentos orçamentários, sem aplicação de multas, imputação de débito ou condenações.


Acusações de falsa equivalência e Operação Mederi

Para a campanha de Cadu de Lula, a estratégia de Allyson Bezerra durante o debate buscou gerar uma associação indevida de condutas para atenuar o impacto das suspeitas que pesam contra a sua própria gestão. Os aliados do petista enfatizaram que os casos não possuem semelhança jurídica, ressaltando que o prefeito de Mossoró é alvo de investigação da Polícia Federal no âmbito da “Operação Mederi”.


A apuração policial em Mossoró investiga supostas fraudes contratuais, desvios de verbas destinadas à saúde pública e organização criminosa. De acordo com dados do inquérito policial citados por opositores, interceptações de diálogos entre empresários apontariam a existência da chamada “Matemática de Mossoró”, que envolveria o pagamento por medicamentos não entregues e uma divisão de propina na qual um percentual de 15% das contratações seria supostamente destinado a Allyson.

 
 
 

Comentários


Receba nossas atualizações

Obrigado pelo envio!

  • Instagram
  • Ícone do Facebook Branco

© 2026 por Pauta RN. Todos os direitos reservados.

bottom of page