GOVERNO E OPOSIÇÃO FAZEM CONTAS PARA ELEIÇÃO INDIRETA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
- comercialpautarn
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Depois do Carnaval, as atenções do mundo político se voltam novamente para a eleição indireta que deve ser realizada no final de abril na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN). As articulações não pararam durante os dias de folia, mas nem o governo nem os dois grupos de oposição têm maioria ainda para vencer a disputa, caso a governadora FÁTIMA BEZERRA (PT) e o vice-governador WALTER ALVES (MDB) renunciem de fato ao cargo para disputar as eleições de 2026, o que ambos já confirmaram que o fariam, obrigando assim os deputados estaduais potiguares a eleger um novo governador e vice para um mandato-tampão até janeiro de 2027.
Questionada sobre o andamento das articulações políticas visando a eleição indireta, Fátima afirmou que o governo estava “dialogando com vários parlamentares”, revelou que essas conversas seriam intensificadas “cada vez mais” e admitiu que a situação “está em aberto ainda”.
“Ao mesmo tempo, já estamos cuidando da pré-campanha, tanto que, logo após o Carnaval, nós vamos ter uma reunião com todos os partidos que compõem a aliança do nosso governo”, revelou, acrescentando a conversa abrangerá também legendas que não integram a “Federação Brasil da Esperança”, formada pelo PT, PV e PC do B.
A eleição indireta será com o voto aberto dos 24 deputados estaduais do Rio Grande do Norte. De acordo com as contas dos governistas, a situação conta, atualmente, com o apoio fiel de sete parlamentares. Faltam, portanto, seis para chegar aos 13 necessários para dar a vitória ao PT.
Agência
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