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O DESPERDÍCIO BILIONÁRIO DA ENERGIA LIMPA

  • comercialpautarn
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Interlocutores do setor afirmam que o projeto ameaça o protagonismo do Rio Grande do Norte na geração de energia limpa



O Rio Grande do Norte assiste passivamente à interrupção de uma engrenagem econômica que ajudou a transformar o Estado em referência nacional em energia renovável. A Tribuna do Norte mostrou esta semana que, em pouco mais de um ano, foram devolvidas outorgas de 67 projetos de energia solar e eólica, o equivalente a R$ 16,1 bilhões em investimentos que deixarão de ser aplicados no Estado. Foram 51 projetos de energia solar cancelados, somando 2,8 GW de potência e uma frustração de R$ 13 bilhões. Na eólica, outras 16 usinas tiveram suas autorizações devolvidas à Aneel, retirando do mapa mais R$ 3,1 bilhões em investimentos.


Os números impressionam porque atingem diretamente o coração da economia potiguar. Os 2,8 GW de projetos solares devolvidos superam toda a capacidade de geração centralizada fotovoltaica atualmente em operação no RN, hoje em torno de 2,1 GW. Em outras palavras, o Estado perdeu mais projetos do que conseguiu efetivamente colocar em funcionamento.


O problema não está restrito ao Rio Grande do Norte. Em janeiro, a Aneel revogou 509 outorgas de projetos renováveis no país.



 
 
 

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