QUALIDADE, MERCADO MILIONÁRIO E CIÊNCIA PROJETAM O FUTURO DA CAFEICULTURA NO RN
Em 2026, o estado já exportou o equivalente a US$ 2,1 milhões em grãos de café não torrado e não descafeinado para o México.
Por Fernando Azevêdo
Repórter TN
Foto: Alex Régis

Apesar da retomada recente, a cafeicultura no Rio Grande do Norte já representa um mercado milionário e com perspectivas concretas de ampliação. Especialistas avaliam que a atividade é sustentável e altamente rentável para os produtores potiguares. Além disso, as expectativas apontam para um futuro marcado por maior volume de produção e grãos com padrão crescente de qualidade.
Em 2026, o estado já exportou o equivalente a US$ 2,1 milhões em grãos de café não torrado e não descafeinado para o México, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Já a produção de grãos movimentou R$ 10,04 milhões no RN em 2025, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
NÚMEROS
US$ 2,1 milhões: Valor exportado pelo RN em 2026 em grãos de café não torrado e não descafeinado para o México (MDIC)
R$ 10,04 milhões: Valor movimentado pela produção de grãos no estado em 2025 (IBGE)
3 a 5 anos: Prazo estimado para a consolidação de um mercado representativo de café no RN
3 anos: Tempo médio necessário para que uma nova lavoura atinja estabilidade de produção
46 produtores: Número de cafeicultores atendidos em 2026 pelo projeto Cafés do RN, do Sebrae-RN
15 produtores: Número de cafeicultores que compõem a Acafes, primeira associação do setor no RN
16 de outubro de 2026: Data de assinatura de termo de cooperação entre Ufersa e Sebrae-RN para criação do Cafern

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