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SEBRAE APRESENTA OPORTUNIDADES DE EXPORTAÇÃO PARA POLO DE BONELARIA DO SERIDÓ E MOSSORÓ

  • comercialpautarn
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

Evento reuniu empresários dos setores para discutir a inserção das micro e pequenas empresas potiguares no comércio exterior



“O Seridó já produz para o Brasil. Agora, o desafio é produzir para o mundo”! Com essa provocação, o Sebrae no Rio Grande do Norte, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN (SEDEC/RN), realizou, na última segunda-feira (8),em Caicó, o Jantar RN+ Exportação, encontro voltado às micro e pequenas empresas do polo de bonelaria.


A iniciativa teve como objetivo apresentar aos empresários fabricantes de bonés e chapéus as oportunidades do programa RN+ Exportação, que busca apoiar o processo de internacionalização e diversificação de mercados das MPEs potiguares. A programação contou com abertura institucional, apresentação do ALI Produtividade, exposição sobre o mercado global de bonés, detalhamento do programa RN+ Exportação, além de jantar e networking entre os participantes.


Durante o encontro, o superintendente do Sebrae-RN, ZECA MELO, destacou a necessidade de ampliar a presença do estado no comércio exterior, especialmente considerando a força produtiva do setor boneleiro no Seridó. “O Rio Grande do Norte aparece em 11º lugar entre os estados mais exportadores de bonés, apesar de ser o segundo maior produtor nacional. Não dá para entender. Então, o Sebrae vem aqui mostrar essa oportunidade aos empresários e ao Sindibonés/RN”, afirmou Melo.


Segundo ele, a proposta é estruturar uma agenda de comércio exterior dentro do Arranjo Produtivo Local da bonelaria, identificando mercados compradores, exigências comerciais, possibilidades de adequação e caminhos para ampliar a competitividade das empresas da região.


O superintendente também ressaltou que o encontro permitiu apresentar outras frentes de atuação do Sebrae voltadas ao segmento, como o ALI Produtividade e a possibilidade de construção de uma Indicação Geográfica para o boné produzido no Seridó. “Por que não pleitear a Indicação Geográfica do Boné? Isso aumentaria a competitividade desse produto. Existe um segmento de mercado que valoriza muito isso, e vamos partir para o diagnóstico”, explicou Zeca.


Outro ponto levantado durante o encontro foi a economia circular. De acordo com o gestor, o descarte de resíduos da indústria de bonés e chapéus, hoje visto como um problema, pode se transformar em oportunidade de negócio. “Comércio exterior, economia circular e indicação geográfica têm tudo a ver uma coisa com a outra. Isso significa um passo gigante no negócio dos bonés e chapéus da região”, completou.

 
 
 

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